O Irã afirmou ter suspendido as operações militares contra Israel, alertando sobre possíveis represálias caso os ataques ao Líbano continuem. Essa decisão ocorreu após intensa pressão diplomática do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigindo o fim imediato dos ataques.
Segundo o exército iraniano “As poderosas Forças Armadas da República Islâmica do Irã, em apoio ao povo oprimido do Líbano, deram uma resposta contundente a este regime (Israel). Caso as agressões e os atos hostis persistam, medidas muito mais severas e repressivas do que as anteriores serão tomadas”.
O colapso temporário da trégua começou após um bombardeio de Israel no distrito de Dahiyeh, em Beirute. O Irã havia disparado cerca de 30 mísseis contra bases aéreas e posições em Israel, onde subsequentemente o país retaliou com ataques aéreos visando defesas iranianas e um complexo petroquímico em Mahshahr.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou a paralisação momentânea dos ataques, mas destacou que responderá com firmeza se um novo bombardeio ocorrer e que as ações contra o Hezbollah no Líbano continuarão.
O Quartel-General de Khatam al-Anbiya informou que novas incursões israelenses no sul do Líbano ou em Beirute resultarão em medidas “esmagadoras”. Já o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que o país não abandonará a diplomacia mediada pelo paquistão, mantendo o canal aberto com Washington apesar do conflito.



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