O ex-jogador Jô teve a sua prisão mantida pela Justiça após passar por audiência de custódia em Belo Horizonte. A decisão foi tomada pela juíza Cirlaine Maria Guimarães, que confirmou a legalidade da detenção ocorrida na madrugada do último domingo (14), em uma casa noturna na capital mineira.
A juíza de Minas Gerais não possui autonomia para revogar a prisão e o mandado foi expedido pela 3ª Vara da Família e Sucessões de Itaquera, em São Paulo, destino no qual o processo foi encaminhado. O pedido de prisão civil, válido por 30 dias, baseia-se em uma dívida acumulada de pensão alimentícia que somava R$145,4 mil em junho de 2025.
Durante a audiência, Jô ofereceu uma entrada de R$30 mil e o parcelamento do restante, mas a proposta não foi aceita pela outra parte. Esta já é a quinta vez que o ex-atleta é detido pelo mesmo motivo, sendo uma prisão em Campinas, Contagem, Guarulhos e Rio de Janeiro.
Em nota oficial divulgada por sua assessoria, a equipe jurídica do ex-jogador afirmou que ele enfrenta um momento de severa instabilidade financeira. O comunicado ressalta que Jô não busca se esquivar de suas obrigações e que tenta formalizar um acordo direto com a genitora condizente com sua realidade econômica atual.



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